segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Resenha: Diário de uma paixão - Nicholas Sparks








 Resenha: Diário de uma paixão - Nicholas Sparks 

Autor: Nicholas Sparks
Editora: Novo Conceito
Páginas: 241















Sinopse:
 Não sou nada especial; disso estou certo. Sou um homem comum, com pensamentos comuns e vivi uma vida comum. Não há monumentos dedicados a mim e o meu nome, em breve, será esquecido, mas amei outra pessoa com toda a minha alma e coração, e, para mim, isso sempre bastou.
Noah Calhoun.

Minha resenha:
 O livro conta a história de um casal, Noah e Allie que se encontram durante uma viajem de verão que Allie e sua família fazem para Nova Berna.
 História em que Nicholas Sparks escreveu baseada no amor dos avós de sua esposa.
 A ideia era ser feliz para sempre, eles até acharam que isso realmente aconteceria, mas acontece que é um romance de Nicholas Sparks, e sabemos que não será tão simples assim. O casal se apaixona perdidamente, mas Allie e sua família tem uma ótima condição financeira ao contrário de Noah, Aliie nunca se importou pois seu amor significava mais para ela do que qualquer outra coisa, porém, sua mãe se importa, Allie e Noah passam o resto do verão encontrando-se escondido e até que em uma noite em uma casa velha, Noah e Allie se entregam a sua paixão e perdem a virgindade juntos, assim passa o verão, até que ele acaba e Allie é obrigada a voltar com sua família para sua cidade, de coração partido os dois se despedem e juram continuarem juntos. Após Allie ir embora, Noah lhe escreve cartas durante dois anos, cartas que nunca são respondidas, pois Allie na verdade nunca chegou a ver as cartas, pois sua mãe as escondia. Após dois anos Noah acredita que Allie já não corresponde mais a seu amor, sendo assim, ele vai embora de Nova Berna para trabalhar voltando anos depois.
 14 anos passaram, e Allie está noiva de Lon, que seria o homem perfeito se não fosse por trabalhar demais, e deixar Allie sempre sozinha. Certo dia faltando apenas 3 semanas para seu casamento Allie, vê uma reportagem sobre Noah no jornal, contendo na reportagem a reforma que ele fizera na casa onde um dia haviam feito amor, e na qual ele havia prometido reformar para ambos. Isso faz com que Allie vá encontrar Noah, sem o conhecimento de todos.
 A ideia de Allie era dizer a Noah sobre seu casamento, mas quando chega e vê Noah novamente, se da conta de que sempre o amou e sempre o amara em toda a sua vida. Os dois encontram-se e os planos de Allie mudam, pois os dois voltam a amar-se mais que em toda a vida de ambos.
 O livro termina com Noah contando para a Allie toda a história de ambos que ele escreveu em seu diário e lê todos os dias para ela, pois ela sofre de uma doença que a faz esquecer de tudo.


O que eu achei do livro:
 Simplesmente MARAVILHOSO, faz até os corações mais duros amolecerem nesse grande amor, as perspectivas contadas no livro, a narrativa, o amor de Noah é Allie, é simplesmente envolvente, incrível, apaixonante.
 Você não poderá viver sua vida sem ler esse livro, é simplesmente um dos melhores livros do autor. No qual nos faz entender o sentido de amar alguém,

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BEIJOS E ATÉ O PRÓXIMO POST
POR:NATALY DUARTE


domingo, 21 de setembro de 2014

Um homem de sorte: drama e romance de tirar o fôlego

 Autor: Nicholas Sparks
Editora: Novo Conceito
Ano de lançamento: 2011
Páginas: 394
 Resenha:
 Um homem de sorte envolve os personagens Logan Thibault, Beth Green e Keith Clayton, em um drama e romance de tirar o fôlego. Tudo começa quando Logan ex-fuzileiro, encontra uma fotografia enquanto estava no Iraque, de uma mulher loira e linda, pensara que alguém havia perdido, mas mesmo depois de algum tempo em que achara a fotografia e colocara em um painel no quartel onde estava alojado, ninguém ali era dono da foto que tanto lhe trazia sorte, seu amigo Victor lhe dizia que a foto fora destinada a chegar até ele, então ele decidiu  ir atrás da mulher da foto Depois de voltar para os Estados Unidos, com seu cachorro chamado Zeus, ele atravessa o país sem pista nenhuma da jovem da foto, até então descobrir coisas que o levam até uma cidadezinha chamada Hampton, lá ele encontra sua tão sonhada "mulher da foto", Elizabeth Green (Beth), uma mulher divorciada que mora com a avó e com o filho Ben de 10 anos (com os pais falecidos), que juntas administram um canil, e de brinde encontra seu ex-marido, um policial sem caráter, safado e arrugante, chamado Keith Clayton, que ainda quer Beth de volta e abusa de seu cargo para acabar com todos os relacionamentos de Beth.
 Após Logan descobrir onde Beth morava pediu para trabalhar no caníl, ela o contrata e os dois se aproximam. Logan conquista Nana (sua avó) com seu jeito alegre e sincero de ser, e seu filho Ben que se apaixona por seu cachorro Zeus, todos então começam a se relacionar muito bem, enquanto Keith morre de ciúmes de Logan, os dois vão "trocando farpas" o enredo todo, muitas coisas acontecem até que Logan e Beth começam a namorar, Keith por não aceitar a relação tenta de várias maneiras separá-los, tentativas fracassadas, os dois se apaixonam perdidamente, porém acontecimentos de tirar o fôlego acabam acontecendo, acontecimentos de prender o leitor ao livro e não parar até saber o final, uma narrativa envolvente com um final surpreendente.

Bom amantes de livros não contei a resenha do final pois como disse é surpreendente então deixei um "o que aconteceu no final??" para instigar vocês a lerem esse livro maravilhoso.
 Nicholas Sparks mais uma vez nos surpreende com sua maneira de criar seus livros, uma leitura envolvente minuciosamente rica em detalhes, na qual nos faz suspirar, volto a dizer realmente surpreendente.

Espero que tenham gostado!

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"Mas não estava em outra época e lugar, e nada daquilo era normal. Trazia a fotografia consigo há mais de 5 anos, atravessou o país por ela."

Um homem de sorte.

"Descubra do que é capaz a força avassaladora do destino"




quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Cartas não lidas: Saudades

Imagem (via).

 Escrevo-te, escrevo-te sabendo que não irás ler, tudo bem, talvez eu escreva para ninguém, no sentido de minha alma esvaziar os caminhos tortos até minha mente, escrevo-te na esperança de te reencontrar, olhar em teus olhos e te abraçar, ouvir de você os conselhos que me deste, dessa minha mania de me perder, me perder no nada, me perder em minha alma, em meus desejos, então sigo, adiando tudo, minhas dores, meus sonhos, guardo-os em meu peito até que o mundo o descubra, até que eu o viva, até que eu o sinta, levando você em meu coração, escrevo-te sobre a luz da lua cheia, que banha meus pensamentos, preciso pensar que essa lua seja um presságio, para minha mente confusa passar para outra fase, para eu aguardar atentamente o fim deste conflito, em meus pensamentos e meu coração, chorando lágrimas salgadas carregadas de sentimentos, afogando-me no teu adeus.
-Nataly Duarte
Dedicado a um grande amigo, grande irmão que eu perdi, e foi para o céu antes de mim.



terça-feira, 2 de setembro de 2014

Clarisse Lispector: Mudanças.

Imagem (via).

 Sente-se em outra cadeira, no outro lado da mesa. Mas tarde, mude de mesa.
Quando sair, procure andar pelo outro lado da rua. Depois, mude de caminho, ande por outras ruas, calmamente, observando com atenção os lugares por onde você passa.
Tome outro ônibus.
Mude por uns tempos o estilo das roupas. Dê os sapatos velhos. Procure andar descalços alguns dias.
Tire uma tarde inteira para passear livremente na praia, ou no parque, e ouvir o canto dos passarinhos.
Veja o mundo de outras perspectivas.
Abra e feche as gavetas e portas com a mão esquerda. Durma no outro lado da cama... Depois, procure dormir em outras camas. Assista a outros programas de TV, compre outros jornais... Leia outros livros.
Viva outros romances.
Não faça do hábito um estilo de vida. Ame a novidade. Durma mais tarde. Durma mais cedo.
Aprenda uma palavra nova por dia numa outra língua.
Corrija a postura.
Coma um pouco menos, escolha comidas diferentes, novos temperos, novas cores, novas delícias.
Tente o novo todo dia. O novo lado, o novo método, o novo sabor, o novo jeito, o novo prazer, o novo amor.
A nova vida.Tente.Busque novos amigos.Tente novos amores.Faça novas relações.
Almoce em outros locais, vá a outros restaurantes, tome outro tipo de bebida, compre pão em outra padaria.
Almoce mais cedo, jante mais tarde ou vice-versa.
Escolha outro mercado... outra marca de sabonete, outro creme dental... Tome banho em novos horários.
Use canetas de outras cores.Vá passear em outros lugares.
Ame muito, cada vez mais, de modos diferentes.
Troque de bolsa, de carteira, de malas, troque de carro, compre novos óculos, escreva outras poesias.
Jogue os velhos relógios, quebre delicadamente esses horrorosos despertadores.
Abra conta em outro banco, vá a outros cinemas, outros cabeleireiros, outros teatros, visite novos museus.
Mude.
Lembre-se de que a vida é uma só. E pense seriamente em arrumar outro emprego, uma nova ocupação, um trabalho mais light, mais prazeroso, mais digno, mais humano.
Se você não encontrar razões para ser livre, invente-as.Seja criativo.
E aproveite para fazer uma viagem despretensiosa, longa, se possível sem destino. Experimente coisas novas.
Troque novamente.Mude, de novo. Experimente outra vez.
Você certamente conhecerá coisas melhores e coisas piores do que as já conhecidas, mas não é isso o que importa.
O mais importante é a mudança, o movimento, o dinamismo, a energia.
Só o que está morto não muda! Repito por pura alegria de viver: a salvação é pelo risco, sem qual a vida não vale a pena!
-Mudanças.



segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Crônica Moacyr Scliar

 Imagem (via). 

 Olá, vim hoje mostrar um livro muito legal que peguei na biblioteca e li, digo "e li" pois é uma crônica e na verdade crônicas nunca me chamaram a atenção, porém este foi diferente, me encanto pela fala do autor, a maneira de retratar os fatos, me envolveram, escrito por Moacyr Scliar, escritor gaúcho nascido em Porto Alegre, em um texto coloquial bem humorado, uma crônica infanto-juvenil, contém 25 pequenas crônicas no livro colocarei uma aqui da qual gostei muito e espero que gostem também:

Carta a um jovem que foi assaltado.
  Foste assaltado. Bem, a primeira coisa a dizer é que isto não chega a ser um fato excepcional. Excepcional é ganhar um bom salário, acertar a loto: mas ser assaltado é uma experiência que faz parte do cotidiano de qualquer cidadão brasileiro. Os assaltantes são democráticos: não discriminam idade, nem sexo, nem cor, nem mesmo classe social - grande parte das vítimas é das vilas populares.
  É claro que na hora não pensaste nisso. Ficaste chocado com a fria brutalidade com que o delinquente te ordenou que lhe entregasse a bicicleta {podia ser o tênis, a mochila, qualquer coisa}.
  Entregaste e fizeste bem: outros pagaram com a vida a impaciência, a coragem ou até mesmo o medo - não poucos foram baleados pelas costas.
  Indignação foi o sentimento que te assaltou depois. Afinal, era o fruto do trabalho que o homem estava levando. Não fruto do teu trabalho - até poderia ser - mas o fruto do trabalho do teu pai, o que talvez te doeu mais.
  Ficaste imaginando o homem passando a bicicleta para o receptador, os dois satisfeitos com o bom negócio realizado. É possível que o assaltante tenha dito, nunca ganhei dinheiro tão fácil. E, pensando nisso, a amargura te invade o coração. Onde está o exército? Por que não prendem esta gente?
  Deixa-me dizer-te, antes de mais nada, que a tua indignação é absolutamente justa. Não há nada que justifique o crime, nem mesmo a pobreza.
  Há muito pobre que trabalha, que luta por salários maiores, que faz o que pode para melhorar sua vida e a vida de sua família - sem recorrer ao roubo ou assalto. Mas tudo que eles levam, os ladrões e assaltantes, são coisas materiais. E enquanto estiverem levando coisas materiais, o prejuízo, ainda que grande, será só material.
  Mas não deves deixar que te levem o mais importante, e o mais importante é a tua capacidade de pensar, de entender, de raciocinar. Sim, é preciso se proteger contra os criminosos, mas não é preciso viver sob a égide do medo.
  Deve-se botar trancas e alarmes nas portas, mas não em nossa mente.
  Deve-se repudiar o que fazem os bandidos, mas deve-se evitar o banditismo.
  Eles te roubaram, é muito ruim isto, mas que te roubem só aquilo que podes substituir. Que não te roubem o teu coração.

 Essa foi uma crônica do livro, um pouquinho para instigar o desejo de vocês de lerem este livro quando houver uma oportunidade, deixem nos comentários o que acharam.



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